Poucas pessoas no Brasil têm condições financeiras de adquirir um imóvel à vista, mas o mercado imobiliário oferece algumas alternativas para garantir a compra do bem mesmo sem que você disponha de todo o capital necessário.

Financiar o imóvel junto a um banco é uma das opções mais populares. A redução dos juros e a competição entre as instituições tem melhorado as condições para quem compra.

Você conhece as alternativas disponíveis nesse tipo de operação? Neste post vou mostrar os tipos de financiamento imobiliário oferecidos pelo mercado brasileiro, explicar as diferenças entre eles e ajudá-lo a escolher qual o mais adequado para você. Confira!

Sistema Financeiro de Habitação

Criado há mais de 50 anos pelo Governo Federal, o Sistema Financeiro de Habitação (SFH) permite o financiamento de até 80% do valor do imóvel. Os recursos são oriundos da caderneta de poupança e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.

Por meio do SFH é possível financiar imóveis de até R$ 1,5 milhão dependendo do Estado onde ele se localiza. O financiamento pode ser utilizado por qualquer pessoa física, desde que não possua outro imóvel já financiado pelo SFH e o valor das parcelas não ultrapasse 30% de sua renda.

Sistema Financeiro Imobiliário

Já no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) não há limite de valor para o imóvel a ser financiado, nem no comprometimento da renda do comprador. A modalidade foi criada justamente para atender aos mutuários que não se enquadravam às condições do SFH.

Porém, como o risco dos financiamentos por meio do SFI é maior, a taxa de juros também é mais elevada.

Sistemas de amortização

Além de conhecer os tipos de financiamento é importante compreender como o saldo devedor será amortizado. Quando você paga a parcela do seu financiamento, apenas uma parte do valor é, de fato, abatido de sua dívida. O restante é utilizado para pagar juros e encargos. A amortização é justamente a redução da parcela principal do débito.

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Conheças os principais sistemas de amortização utilizados nos financiamentos imobiliários.

SAC

Nos contratos que utilizam o Sistema de Amortização Constante (SAC), a parcela amortizada das prestações é fixa, com variação nos juros e encargos à medida que o saldo devedor diminui. Assim, as parcelas são decrescentes ao longo do contrato.

Tabela Price

Já na Tabela Price, o valor das prestações é constante. No início do contrato, apenas uma pequena parte da parcela destina-se à amortização. A maior parte é usada no pagamento dos juros da operação. Ao longo do contrato, essa situação se inverte.

Sacre

No Sistema de Amortização Crescente (Sacre) o saldo devedor é atualizado a cada 12 meses. Na prática, o contrato de financiamento se inicia com prestações crescentes, mas diminuem com a evolução dos pagamentos. É o sistema com a parcela inicial mais elevada. Porém, ao final do contrato, será aquele em que o comprador pagará menos pelo imóvel.

Como escolher

Para escolher o melhor tipo de financiamento imobiliário não basta analisar apenas a taxa de juros cobrada. Considere também o comprometimento de sua renda e a evolução das parcelas.

Não deixe de questionar o banco sobre o Custo Efetivo Total (CET), que é a soma de todos os encargos que incidirão sobre o seu contrato.

Esses são os tipos de financiamento imobiliário disponíveis no mercado brasileiro. Avalie qual deles é o mais adequado para que você consiga ampliar o seu patrimônio sem comprometer as suas finanças.

Que tal aproveitar agora para entrar em contato conosco? Nossos profissionais estão preparados para orientá-lo sobre como contratar o financiamento e adquirir um imóvel novo para morar e investir.

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